Monthly Archives: Maio 2013

Governo pagou quase R$ 300 milhões para empresas “sujas”

http://www.folhapolitica.org

Uma levantamento da Folha de S. Paulo mostra que o Governo Federal gastou, em pouco mais de um ano – de 2012 até o início deste mês -, R$ 293,5 milhões com empresas que constam, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), como “sujas”, ou seja, ficam numa lista para que possam ser impedidas de participarem de licitações e convênios (geralmente isso acontece pois não cumpriram serviços previsto em contratos anteriormente).
São companhias de engenharia, segurança, tecnologia, comunicação, entre outras, que receberam R$ 14,2 milhões só nos três primeiros meses deste ano, de acordo com um relatório, também da Folha de S. Paulo, retirado do Portal da Transparência do governo federal.
Não há uma norma específica que regule que firmas acusadas pela CGU tenham seus contratos vigentes cancelados, apesar de haver uma orientação para que isso seja feito.
Vale ressaltar que os órgãos públicos só podem manter contratos com empresas inidôneas se a paralisação for mais prejudicial aos cofres públicos do que a sua continuidade, sendo isso usado como justificativa na maioria dos casos pra “driblar” a lista e manter os serviços.
Em 2011, estavam na lista 46 empresas, sendo 5 consideradas inidôneas – penalidade mais grave -, e que mesmo assim recebiam pagamentos do governo.
Hoje, em 2013, há 79 na lista, entre elas seis são inidôneas e embolsaram, desde 2012, R$ 24,5 milhões. O número pode ser ainda maior, pois o levantamento se limitou a alguns tipos de serviços pontuais.
Caio Barbosa é sociólogo.
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FLORES; – Atibaia consolida vocação de polo nacional

Município é o principal polo produtor de flores do País, com 25% do volume total de produção

Fabiana Marchezi
correiopontocom@rac.com.br

O clima subtropical e o manejo com técnicas orientais consolidam o município de Atibaia como o principal polo produtor de flores do País, com 25% do volume total de produção.

O faturamento do município com a atividade gira em torno dos 300 milhões de dólares por ano. Em todo o Brasil, o faturamento com o setor é de cerca de 1,2 bilhão de dólares.
A forte tradição e os mais de 400 produtores – 11% dos produtores do País – também fazem de Atibaia o principal fornecedor de plantas da Ceasa de Campinas.

De acordo com Ana Rita Stenico, 60% dos produtos comercializados no Mercado de Flores são produzidos em Atibaia. Já o município de Holambra, famoso pela cultura holandesa e pela tradicional Expoflora, tem a segunda maior produção do País e seria o responsável por 40% das flores comercializadas na Ceasa, junto com Campinas, Registro, Pouso Alegre, em Minas Gerais e de cidades do Rio de Janeiro.

De acordo com o secretário de Agropecuária e Abastecimento de Atibaia, Alcides Ribeiro de Almeida Júnior, a cidade possui forte influência da imigração oriental em sua colonização, o que seria o principal motivo de a produção de flores em Atibaia ser tão representativa. “A área total de produção de flores do município equivale a cerca de 500 hectares por ano, o que representa 11% da área total de produção de flores no Brasil e 42% da área de produção do Estado de São Paulo.

A atividade é consolidada como uma das principais contribuintes para a economia do município, que tem mais de 126 mil habitantes. O setor, que exige muita mão-de obra, tem sido um dos principais geradores de emprego da cidade.

“A flor é um negócio que utiliza muita mão-de-obra. Dentro do agronegócio é o mercado que mais gera emprego” , explicou Sérgio Funke, um dos sócios do sítio Flora Avancine, que emprega mais de 50 pessoas para o cultivo das chamadas plantas para forração, usadas em paisagismo e jardinagem.

De acordo com a secretaria de Agropecuária e Abastecimento do município, a maioria das flores produzidas em Atibaia é comercializada na Ceagesp, em São Paulo, e na Ceasa, em Campinas. Além disso, metade das flores comercializadas em Holambra é de Atibaia.
Os dados do sítio Flora Avancine comprovam essas informações.

Segundo Funke, mais de 55% das cerca de 25 mil caixas de plantas que são produzidas mensalmente veem para a Ceasa. O restante fica mais concentrado na Ceagesp e em São José dos Campos.

Metade de toda a produção de flores de Atibaia se concentra em, flores de corte, como crisântemos e rosas, inclusive a cidade também abriga o maior produtor de rosas do País. Os outros 45% da produção são destinados às flores de vaso, como orquídeas e kalanchoês. Já os 5% restantes ficam para as flores de forração ou caixaria, como as petúnias, begônias, amor-perfeitos.

Na Fazenda Oikawa a produção está quase totalmente voltada para rosas. O sítio tem cerca de 80 mil metros quadrados de estufas, 30 anos de tradição e produz cerca de 245 mil hastes de rosas por mês. Deste total, 25% abastecem o Mercado de Flores da Ceasa, em Campinas, 70% vão para São Paulo e os outros 5% são comercializados em Atibaia, Bragança Paulista e Manaus.

Segundo Celso Oikawa, que administra a fazenda da família, cada pé de rosa proporciona em média 10 cortes por ano. “A rosa tem um ciclo aproximado de 45 dias. Só no inverno que o ciclo é um pouco mais longo, chegando a 60 dias. A venda de rosas é muito boa, mas é preciso manter a qualidade. Em média, temos uma perda de 10% na produção total” , explicou Oikawa. O sítio também produz minirrosas, solidagos e mosquitinhos brancos.

Holambra

Com 40% da produção nacional, Holambra, estância da Região Metropolitana de Campinas, ganhou o título de Capital Nacional das Flores e está em segundo no ranking. O município já foi o principal exportador de flores para outros países, mas a crise de 2008 no EUA fez com que o mercado interno ficasse mais atrativo.

Holambra tem 12 mil habitantes, mais de 300 produtores e realiza todo ano, em setembro, a tradicional festa das flores (Expoflora).

A vocação para a produção de flores é herança da imigração holandesa, que iniciou a cultura de cultivo e comercialização, expandida, anos depois, com a criação de um sistema de vendas por leilão cuja experiência veio da Holanda. Holambra é hoje um polo tecnológico de horticultura e culturas intensivas.

 

 

Confira os shows da Virada Cultural em 5 cidades da região de Campinas

Programação ocorre no sábado e domingo com atrações gratuitas.
Apresentações nacionais e internacionais estão previstas.

A 7ª Virada Cultural Paulista, que ocorre no sábado (25) e no domingo (26), reúne shows internacionais e nacionais em cinco cidades da região de Campinas (SP). Todas as atrações são gratuitas e nomes como Au Revoir Simone, Marcelo D2, Agnaldo Timóteo, Emicida, Tulipa Ruiz, entre outros, estão na programação. O festival terá ainda apresentações de comédia stand up, dança e teatro.

Além de Campinas, as cidades de AmericanaIndaiatubaMogi Guaçu e Mogi Mirim – que recebe o festival pela primeira vez este ano – participam do evento. Os quatro municípios que fizeram parte do circuito da Virada Cultural Paulista no ano passado reuniram 273,9 mil pessoas, segundo balanço do governo do estado.

 

Não basta dar acesso a informação, é preciso fornecer informação acessível

Fonte: Blog Públicos/O Estado de S.Paulo (7.mai.2013) | Autor: Fernando Gallo

Não à toa o gov.uk, site do governo inglês,ganhou, na Inglaterra, há três semanas, o prêmio de Design do Ano, vencendo outros projetos de diversas áreas, incluindo arquitetura, moda e movelaria.

Seus responsáveis entenderam algo fundamental em um mundo cada vez mais complexo: as informações públicas devem ser simples de acessar e usar. Eles puseram em prática algo que foi um mantra de Steve Jobs à frente da Apple e vem se tornando uma preocupação de empresas do mundo digital, mas ainda não entrou na cultura dos governos planeta afora: a “experiência do usuário”.

Acadêmicos, pesquisadores, jornalistas, desenvolvedores, esses, via de regra, de alguma forma, sabem quais órgãos detém a informação que buscam e como solicitá-las. Sabem também arredondar informações públicas que encontram “quadradas”, ou que lhes chegam “cheias de ossos”.

Mas a maior parte dos cidadãos não sabe. E não tem menos direito do que ninguém de acessar as informações custodiadas pelos governos. O cidadão comum carece, portanto, de sites intuitivos, fáceis de usar, que concentrem, auxiliados por um design simples e objetivo, os dados e informações (mais) procurados.

É exatamente o que é o gov.uk, exemplo de acessibilidade. Ele é pensado não para ser um “apanhado”, um “catadão” de etiquetas e links que direcionam para outros sites de governo difíceis de usar, mas para ser central também do ponto de vista da produção de informações acessíveis – não apenas do ponto de vista da publicidade, mas sobretudo de sua usabilidade -, a partir do conteúdo provido pelo conjunto dos órgãos da administração, e também da organização e disposição simples das mesmas.

“Nós fazemos design de informação, e não apenas colocamos pixels na tela”, diz no vídeo acimaBen Terrett, chefe de design do departamento de Governo Digital do governo inglês. “Asseguramos que o usuário não precise entender de governo para encontrar algo”.

(Agradeço ao Piero Locatelli, repórter da Carta Capital, pela valiosa dica, e me junto ao seu anseio de que as informações providas pelos governos sejam dispostas de maneira simples, por mais complexas que sejam, e que sejam acessíveis de todos os pontos de vista possíveis

“O Melhor Governo”

Voltaire

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