Monthly Archives: Maio 2012

As Boas Maneiras …

EQUIPE OLHOVIVOHOLAMBRA

olhovivoholambra@gmail.com

Rap em Holambra

Mano, não perdi as esperanças,

Por um bom lugar vou lutar,

Todos estão ligados no problema

Ta faltando clareza na cena,

Água limpa na torneira,

Educação, Saúde, Transporte e Merenda,

Cadê os Homens na rua fazendo a fita,

Segurança e o que precisa,

Pow, pow, to cansado de ver a mesma novela,

Jornal de m…, pago pela falsa donzela,

O que rola é sabotagem, sacanagem, politicagem,

Chega de bobagem,

Eu quero mais na bela cidade,

Espero mais, vislumbro mais, desejo mais,

E ai Zé, vamo na fé, chega junto,

Salve, salve a toda comunidade,

Pois temos que mudar pra melhor,

Esse e o lema!

POR MIM, POR VC, POR NÓS, PELA CORRENTE DO BEM EM UMA SÓ VOZ!

De um colaborador do

OLHOVIVOHOLAMBRA

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O Político …

Alexandre Vidal Porto – Uma ficção: Ele, o corrupto

Um político imaginário conta: o financiamento privado de campanha corrompe, não tem jeito. Ninguém dá dinheiro de graça. Só pai e mãe. Às vezes
Ele se sentou ao meu lado no balcão de um bar de hotel em Brasília. Antes de acabar seu uísque, sempre olhando para frente, iniciou um monólogo, que não sei se dirigia a mim ou a si próprio:

“Antes de ser corrupto, eu era idealista. Queria melhorar o mundo. Na minha primeira eleição, para a presidência do centro acadêmico da faculdade, eu fazia promessas achando que iria cumpri-las.
Agora, 50 anos depois, vejo que me tornei corrupto por necessidade. Necessidade de financiar minhas campanhas eleitorais. Se não precisasse de dinheiro, teria me mantido íntegro. Poderia, quem sabe, ter ajudado a melhorar, se não o mundo todo, pelo menos um pouco do Brasil.

Minha campanha a vereador foi paga com a contribuição de amigos e com recursos próprios. Consegui me eleger, mas tive de vender meu carro e uma casa herdada de minha mãe. A partir dessa eleição, encontrar quem financiasse minhas campanhas se tornou a prioridade de minha carreira política.

Sem o apoio de empresas, nunca teria tido três mandatos de deputado federal. Nem teria me elegido prefeito. Uma campanha bem sucedida à prefeitura de uma capital média não sai por menos de R$ 25 milhões.

Parece brincadeira, mas é isso mesmo. Tem publicidade, tem TV, tem marqueteiro, tem impressos, tem brindes, tem diretório de campanha. Você sabe quantos carros circulando pela cidade são necessários? Quantos litros de combustível? Não tem partido nem candidato que consiga financiar tudo isso sozinho.
No Brasil, campanha eleitoral é coisa para pessoa jurídica.

Eleger candidatos virou negócio. A legislação eleitoral permite que empresas financiem candidatos às eleições. Não tem nada de ilegal nisso. Mas pensem comigo: pela lógica dos empresários, financiar campanha é investimento. Tem de dar lucro. Se não der, é como rasgar dinheiro. Alguém já viu empresário rasgar dinheiro? Eu não.

Tem muita gente no Congresso e no Executivo com campanha financiada majoritariamente por empresas. Aí o sujeito fica comprometido. Têm de usar o mandato público para defender interesses privados. O pessoal esquece que foi eleito para representar o povo, não o lobista.

Por outro lado, se o candidato eleito não tratar bem as empresas, elas não ajudam na campanha seguinte. Sem dinheiro, não tem reeleição. Aí o cara está fora, morreu para a política. Quem é que quer isso? Foi esse o meu drama. O sistema é perverso. Ninguém dá dinheiro de graça. Só pai e mãe. Às vezes.

O pessoal fala em reforma política. Se você perguntar no Congresso, todo mundo vai dizer que é a favor de transparência no financiamento das campanhas. Então me diz por que essa reforma não passa? 

Eu digo: porque só quem quer transparência é quem não foi eleito. O pessoal que se elegeu vai querer transparência para quê? Para revelar os acertos que fez com quem financiou a sua campanha?

Alguém vai ter mesmo de fazer a obra. Alguém vai ter de prestar o serviço para o governo. Se houver aparência de legalidade, se a papelada estiver toda certinha, é melhor contratar quem nos ajudou. Fica todo mundo satisfeito. As empresas garantem os contratos. Os políticos garantem a reeleição. Quer melhor?

O povo me elegeu para representá-lo, mas o que eu fiz foi corrupção. Agora, no final da vida, já fora da política, defendo o financiamento público das campanhas com contribuições de pessoas físicas.
Tem quem diga que estouraria o orçamento federal. Para mim, isso é balela. Era só abandonar a mania de grandeza e fazer campanhas mais modestas. Para que showmício?

Outros acham que haveria uma profusão de partidos, todos querendo apresentar candidatos. Eu me pergunto: qual é o problema? Existe algo errado em querer se candidatar?

Não é que tenha virado moralista, mas se, no Brasil, o sistema de financiamento fosse público, como em outros países, acho não teria precisado me corromper. Poderia ter preservado meu idealismo, poderia ter sido um político melhor.”

ALEXANDRE VIDAL PORTO, 47, mestre em direito por Harvard, é diplomata e escritor, autor de “Matias na Cidade” (Record)

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O melhor sistema eleitoral, on line…..

1-Voto facultativo;

2-Deve ter mais de 50% dos votos válidos, no Município;

3-Caso não obter mais de 50%, está fora para o segundo turno.

Assim com isso muita coisa já mudaria nas eleições.

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LEI DA TRANSPARÊNCIA (2)

Lei de Acesso entra em vigor cercada de dúvidas

Reportagem publicada no Estadão na edição desta quarta-feira.

Lei de Acesso entra em vigor cercada de dúvidas

A Lei de Acesso à Informação entra em vigor hoje sem que a União, governos estaduais, prefeituras, tribunais de Justiça e assembleias legislativas tenham regulamentado detalhes de como os pedidos de acesso a dados serão respondidos aos interessados.

A partir de hoje, todos os órgãos dos três Poderes serão obrigados pela lei a responder a pedidos de dados feitos pelos cidadãos, independentemente de motivos, em um prazo de 20 dias, prorrogável por mais 10.

Mas há dúvidas generalizadas sobre os procedimentos que os cidadãos deverão adotar. No caso do governo federal, o Estadão obteve um esboço do sistema de atendimento a pedidos feitos pela internet, que deve entrar hoje em funcionamento. Mas até ontem havia dúvidas sobre a data da publicação do decreto que detalhará a forma como as autoridades públicas terão de proceder.

Em São Paulo, o governo estadual também não havia publicado até ontem o decreto que regulará o acesso aos dados e as instâncias de recurso em caso de negativas para os pedidos. Segundo a Casa Civil, um grupo técnico formado em janeiro elaborou, após quatro meses de trabalho, uma minuta de regulamentação, encaminhada no último dia 7 para o Comitê de Qualidade da Gestão Pública e para a assessoria jurídica do governador Geraldo Alckmin. A versão final do decreto é esperada para os próximos dias.

Questionada pelo Estadão, a Assembleia Legislativa de São Paulo divulgou nota em que destaca as diversas informações já expostas pelo órgãoem seu site. Informou ainda que os cidadãos que quiserem comparecer pessoalmente à Casa poderão apresentar seus pedidos de dados no serviço de protocolo geral, localizado no 1.º andar.

No último dia 12, a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) anunciou que até o início da vigência da lei estaria publicada uma resolução para detalhar o atendimento ao público. Isso, porém, não aconteceu.

Leiam mais em http://blogs.estadao.com.br/publicos/lei-de-acesso-entra-em-vigor-cercada-de-duvidas/

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Novos eleitores em 2012…. será?

Acordou?

Ou vai continuar a viver sonhando?

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Retirado do facebook

LEI DA TRANSPARÊNCIA

A lei 12.527, sancionada em 18 de novembro de 2011, entra em vigor nesta quarta-feira, dia 16. O decreto regulamenta o acesso a informações públicas e sigilosas de órgãos municipais, estaduais e federais. Em entrevista ao PortalSatc.com, o consultor da Controladoria Geral da União (CGU), Fabiano Angélico, depois da constituição de 1988, afirma que este é um importante passo para a democracia do país. “A lei beneficia toda a sociedade, já que qualquer pessoa pode acessar as informações”, ressalta.
Conforme ele, com a lei é esperado que ocorra menos corrupção. “Como tudo vai ficar mais aberto, as pessoas vão ficar constrangidas antes de cometer algum desvio, por exemplo”, analisa. Leia a reportagem completa.

Palestra gratuita aberta ao público – Fabiano Angélico, que também é consultor do Banco Mundial para questões ligadas à transparência, profere a palestra “Transparência, Controle Social e Lei de Acesso à Informação”, amanhã, quarta-feira, dia 16 de maio, no Auditório Ruy Hülse, na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). O evento é gratuito, aberto ao público e inicia às 19 horas.
Fabiano Angélico é jornalista, especialista em Transparência e Combate à Corrupção pela Faculdade de Direito da Universidade do Chile e Mestre em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas. Nos últimos anos tem sido uma das referências dos principais veículos de comunicação do Brasil para falar sobre a corrupção.

Vejam mais e ouçam em

LEI DA TRANSPARÊNCIA

Holambra não vai ficar fora disso e o Executivo não vai ficar fora disso!

Vamos cobrar nossos LEGISLADORES e ADMINISTRADORES (EXECUTIVO) a exercerem as Leis. Cobrem, façam pressão quando acharem que algo está errado. Ajudem a ser agente de mudança, acordem e lutem contra a corrupção generalizada instalada no país.

EQUIPE OLHOVIVOBRASIL

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O que é Nepotismo?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes (ou amigos próximos) em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.

Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes (particularmente com o cardeal-sobrinho – (em latim: cardinalis nepos[1]; em italiano: cardinale nipote[2]), mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público. Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido.

Nepotismo ocorre quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção. Alguns biólogos sustentam que o nepotismo pode ser instintivo, uma maneira de seleção familiar. Parentes próximos possuem genes compartilhados e protegê-los seria uma forma de garantir que os genes do próprio indivíduo tenham uma oportunidade a mais de sobreviver. Um grande nepotista foi Napoleão Bonaparte. Em 1809, 3 de seus irmãos eram reis de países ocupados por seu exército.

No Brasil, a Carta de Caminha é lembrada como o primeiro caso de tentativa de nepotismo documentada no Brasil, embora esta constatação tenha sido refutada[3]. De acordo com a interpretação original, ao final da carta Caminha teria pedido ao rei um emprego ao seu genro.[4]

Devido a isto, a palavra pistolão, muito empregada no Brasil para referenciar um parente ou conhecido que obteve ganhos devido a nepotismo ou favoritismo, teve origem na palavra epístola (carta), devido à carta de apresentação supostamente feita pelo escrivão Pero Vaz de Caminha ao Rei D. Manuel I.

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O que é Planejamento?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O planejamento (português brasileiro) ou planeamento (português europeu) é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, estruturando o trâmite adequado e reavaliar todo o processo a que o planejamento se destina. Sendo, portanto, o lado racional da ação. Tratando-se de um processo de deliberação abstrato e explícito que escolhe e organiza ações, antecipando os resultados esperados. Esta deliberação busca alcançar, da melhor forma possível, alguns objetivos pré-definidos.

Algumas de nossas ações necessitam de planeamento, mas muitas não. Em nossas atividades diárias, estamos sempre agindo, e antecipamos os resultados de nossas ações, mesmo que não estejamos completamente cientes dessa antecipação. Mas agimos com muito mais freqüência do que planejamos, explicitamente, nossas ações: poucas vezes temos consciência de estarmos executando um processo de deliberação antes da ação. Assim que tomamos conhecimento de uma ação, ou quando executamos comportamentos bem treinados para os quais possuímos planos previamente armazenados, ou quando o curso de uma ação pode ser livremente adaptado enquanto ela estiver sendo executada, então, geralmente agimos e adaptamos nossas ações sem planejá-las explicitamente.

Uma atividade premeditada exige deliberação quando se volta para novas situações ou tarefas e objetivos complexos ou quando conta com ações menos familiares. O planeamento também é necessário quando a adaptação das ações é coagida, por exemplo, por um ambiente crítico envolvendo alto risco ou alto custo, por uma atividade em parceria com mais alguém, ou por uma atividade que necessite estar sincronizada com um sistema dinâmico. Uma vez que o planejamento é um processo muito complicado, que consome muito tempo e dinheiro, recorremos ao planejamento apenas quando é realmente necessário ou quando a relação custo X benefício nos obriga a planejar. Além disso, geralmente, procuramos somente planos bons e viáveis ao invés de planos ótimos.

É importante que o planeamento seja entendido como um processo cíclico e prático das determinações do plano, o que lhe garante continuidade, havendo uma constante realimentação de situações, propostas, resultados e soluções, lhe conferindo assim dinamismo, baseado na multidisciplinaridade, interatividade, num processo contínuo de tomada de decisões.

O que é Ética?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Ética (desambiguação).

Ética é o nome geralmente dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra “ética” é derivada do grego ἠθικός, e significa aquilo que pertence ao ἦθος, ao caráter.[1]

Diferencia-se da moral, pois, enquanto esta se fundamenta na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos, a ética, ao contrário, busca fundamentar o bom modo de viver pelo pensamento humano.[2][3]

Na filosofia clássica, a ética não se resumia à moral (entendida como “costume”, ou “hábito”, do latim mos, mores), mas buscava a fundamentação teórica para encontrar o melhor modo de viver e conviver, isto é, a busca do melhor estilo de vida, tanto na vida privada quanto em público. A ética incluia a maioria dos campos de conhecimento que não eram abrangidos na física, metafísica, estética, na lógica, na dialética e nem na retórica. Assim, a ética abrangia os campos que atualmente são denominados antropologia, psicologia, sociologia, economia, pedagogia, às vezes política, e até mesmo educação física e dietética, em suma, campos direta ou indiretamente ligados ao que influi na maneira de viver ou estilo de vida. Um exemplo desta visão clássica da ética pode ser encontrado na obra Ética, de Espinoza.

Porém, com a crescente profissionalização e especialização do conhecimento que se seguiu à revolução industrial, a maioria dos campos que eram objeto de estudo da filosofia, particularmente da ética, foram estabelecidos como disciplinas científicas independentes. Assim, é comum que atualmente a ética seja definida como “a área da filosofia que se ocupa do estudo das normas morais nas sociedades humanas”[4] e busca explicar e justificar os costumes de um determinado agrupamento humano, bem como fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Neste sentido, ética pode ser definida como a ciência que estuda a conduta humana e a moral é a qualidade desta conduta, quando julga-se do ponto de vista do Bem e do Mal.

A ética também não deve ser confundida com a lei, embora com certa frequência a lei tenha como base princípios éticos. Ao contrário do que ocorre com a lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; por outro lado, a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas no escopo da ética.

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